quinta-feira, 14 de julho de 2011

Almoçar no Centro/ Café no Centro - Caffe Ole

Fica na Rua Luís de Camões, bem ao lado do Largo de São Francisco, alegrando o entorno da Praça Tiradentes e dando um toque de sofisticação a rebordosa do Saara, o Caffe Ole, charmoso restaurante que funciona junto a um sebo lindíssimo. Por ser próximo ao Instituto de Filosofia e Ciências Sociais da UFRJ, do Real Gabinete Português de leitura (o que explica o nome da rua) e do Teatro João Caetano, atrai um grande número de intelectuais e aspirantes. É o lugar certo na hora certa.
O que sobressai no espaço, bem amplo por sinal, é o bom gosto. Os jogos americanos das mesas, estampados com a Marilyn Monroe harmonizam com as estantes vermelhas e os papéis de parede. Tudo sempre limpo. Na hora do almoço o movimento costuma ser grande, mas a tardinha lá é o lugar certo pra se conversar reservadamente rapidinho ou por horas.


O cardápio deles é bem variado, saladas, massas, molhos originais, carne, pães, quiches, um kibe de forno único, bolos, alfajores Havana, trufas de chocolate de-li-ci-o-sas, cafés impecáveis e sanduiches.



Já experimentei quase tudo e garanto a qualidade, mas vou me deter a um ítem em especial: O sanduiche King Stward. Feito na baguete, com recheio de queijo brie, nozes e chutney de manga. Essa iguaria me conquistou para sempre, nunca comi nada parecido. Com azeite, e o que eles têm lá é ótimo, se torna um manjar a ser disputado pelo Olimpo inteiro.

Os preços são honestos com a proposta do lugar. As massas custam entre R$20,00 e R$30,00, os sanduiches, R$15,00, cafés, os salgados e os doces, não passam de R$10,00. Os garçons são muito educados e o sócio espanhol, Pedro, é o melhor exemplo de gentilieza e simpatia.
Defeito: Fecha cedo, as 19 horas, mas tenho certeza que com a revitalização, já em andamento, da área, isso vai mudar.
Defeito 2: As vezes o chutney de manga está em falta, mas nesse caso a solução é provar uma das demais opções de sanduiches, que são todos muito bons: Alemão, com salsicha alemã, espanhol, com omelete e pão de tomate perfumado, e Netuno, com atum e salada.

Nota: Dez, com destaque para o café com doce de leite, com trufinhas de acompanhamento e para a água mineral Ouro Fino, que tem as garrafinhas super fofas.

quarta-feira, 13 de julho de 2011

Bares da Lapa - Bar da Boa

Fui, com duas amigas ao Bar da Boa ontem, terça feira. Chegamos por volta das sete e meia e já estava lotado. O hostess demorou para nos deixar entrar, disse que todas as mesas estavam reservadas, mas eu insisti bastante e ele acabou arranjando uma mesinha pra nós.
Que lugar legal!



O cardápio vem gelado, gente! Isso é muito legal! E não vem molhado, como se estivesse na geladeira, sabe? É gelado e sequinho. Adorei.

Ficamos na dúvida entre pedir o bolinho de feijoada e os cubos de queijo coalho empanados com geléia de goiaba com gengibre (uau!) e acabamos optando pela segunda opção por conta do quesito ineditismo, que é o que move a vida dos investigadores de gastronomia (gulosos), como eu.
Pedimos a porção de 12 cubinhos de queijo, que custou R$ 28,50. Também tinha a porção de 6 cubinhos, que custa R$18,00.
Bebemos Antártica normal, que estava R$6,00 a garrafa (a original custa R$9,50 e a Sub zero, R$7,00) e aguardamos o quitute conversando. O ambiente é ótimo, tem televisões baixinhas e muitos homens e mulheres na casa dos 30 anos que estão ali pra paquerar. Até vi uns bonitos, mas não fui lá pra isso.
Quando chegou o queijo coalho, que surpresa! Sequinhos, no ponto. Os pedaços são bem grandes, então o potinho de geléia acabou rápido. Nosso garçon, Flávio, um fofo, aceitou fazer a repozição TRÊS VEZES.

Depois queríamos provar mais coisas, mas já estávamos satisfeitas. Pude perceber, no entanto, que o caldinho de feijão, que vem com bacon, salsinha e gominhos de laranja e custa R$8,00 reais, saía bastante. A porção de croquetes e os drummets de frango também estavam bastante requisitados. No cardápio nos interessamos pela costelinha ao molho barbecue e pelos diversos tipos de bolinho de aipim. Mas não é só isso: Lá tem penne e estrogonofe também. E apesar de ser um bar da Antártica, tem caipirinhas bem bonitas e cachaça Ouro, o que considero de enorme importância porque não é sempre que se quer beber cerveja.
Percebi que os garçons e garçonetes são todos negros bonitões. Acho que a intensão é fazer o cliente se sentir numa quadra de escola de samba mais confortável. Deu certo.
Ontem, como era terça feira, não tinha banda tocando, então não pagamos couvert artístico, mas nos finais de semana o couvert é R$10,00. Deve ficar meio Lapa 40°, o que pessoalmente acho péssimo, mas sei que agrada a maioria dos cariocas.
Nota: Dez, com destaque para o clima de boêmia em harmonia com a Lapa..

terça-feira, 12 de julho de 2011

Ranking - Empadas

Sou apaixonada por empadas. Darei a seguir, meu ranking de qualidade das casas especializadas nesse pequeno salgado, que não se pode comer com elegância porque suja a boca toda, mas que, certamente é uma das sete maravilhas da culinária nacional:


10 - Empada Carioca - Fica para essa casa, já bastante popular, o último lugar da nossa lista. Empadas duras, com recheio sem gosto e o pior: pelo mesmo preço das boas. Me arrependi quando provei.

9 - Empada com arte - Fica no metrô da Central do Brasil. A massa também é péssima, mas o recheio de palmito até que estava gostoso.

8 - Casa da empada - Pioneira, já teve seu tempo de glória. Hoje não passa de uma empada burocrática. Massa e recheio que matam a fome e só. O bom é que tem opções integrais. Isso deveria ser imitado pelos demais estabelecimentos.

7 - Salete - Empadas deliciosas de frango, camarão e palmito. Massa saborosa e recheio também. Não está entre as campeãs, mas é bem gostosa.

6 - Mini-empadão de palmito com requeijão do Cafeína: Massa deliciosa e recheio diferente de tudo. Vai bem com as saladinhas muito boas que eles servem. Custa por volta de R$8,00.

5 - Empadas do Bar Urca. - O Bar Urca é um capítulo a parte do qual trataremos depois. Tudo lá é delicioso e a vista é linda. A empada de palmito é uma perdição.

4 - Empadas abertas do Belmonte: A de carne seca com catupiri é o carro-chefe. Quando o garçon passa servindo, todos pedem. É um pouco mais engordurada do que o recomendado, mas em momentos de larica noturna resolve tudo.

3 - Empada Brasil- Petrópolis: A loja da rua Santo Afonso, na Tijuca, fechou, mas em muitos lugares ainda têm. A massa tem um leve gostinho de pão e as empadas são maioreszinhas do que o normal. Delícia de terceiro lugar.

2 - Empada Praiana: Sim, é aquela empada da praia, a que eu julgo vice campeã. A melhor é a de queijo, que, ao contrário da maioria dos lugares, vem fechada e tem bastante recheio. Impossível comer uma só.

1 - A campeã: Dona Empada! Tem a massa mais saborosa e o recheio mais caprichado. A de frango já vem com um leve sabor de catupiri, nada enjoativo. Minhas favoritas são essa, a de palmito e a de carne seca, mas a de siri, a de bacalhau e a de moqueca de camarão (sim, moqueca), também arrazam. Tem lojas na São Clemente, Voluntários da Prata, na rua Uruguaiana, bem próxima a esquina com a Sete de Setembro e na rua Santo Afonso, bem no coração da Praça Sães Peña.

Contemporâneo/ Buffet completo - Ráscal

Fui mais de uma vez ao Ráscal, de tanto que gostei. Une as duas coisas que eu mais gosto: Sofisticação e fartura. É de lá o alho assado mais delicioso que existe. Vem na casca ainda, é macio e perfumado. Os legumes grelhados e o palmito pupunha também estão sempre muito gostosos.
Difícil ali é chegar aos pratos principais, nunca consegui. São tantos pãezinhos deliciosos e pastinhas delicadas, que na hora de experimentar os peixes e massas, já estamos quase satisfeitos. Na última vez que fui, comi um arroz negro sen-sa-ci-o-nal e um mousse de queijo de cabra com geléia que nunca vou esquecer.
O café expresso deles é ótimo e o ambiente nos convida a passar horas por lá, pois nas mesas têm potes com lápis de cera coloridos para que se desenhe no forro. Um prazer.
É caro, nos dias de semana deve custar cerca de 50 reais o buffet e aos sábados, domingos e feriados, uns 60, mas a alma deles não é pequena, garanto.
Nota: Dez, com destaque para a salada de alcachofras.

Tijuca - Salete

Famoso pelas empadas de palmito, camarão e frango, o restaurante Salete, tráz muitos cariocas da zona sul à Tijuca. É pequeno o espaço, bem simples, com azulejos azuis nas paredes e mesinhas de madeira, forradas com papel de bar. Mas não se engane, lá não é barato.
Os risotos são muito bons e o filé mignon a Salete(com presunto e ervilhas) também, mas o melhor da casa pra mim é a batata prussiana. É uma batata portuguesa furadinha, super crocante que só tem lá. Pode ser pedida sozinha, ou como acompanhamento.
Dentre as sobremesas, a torta de limão é um pecado.
Defeitos: Fecham cedíssimo e a empada acaba rápido.
Defeito grave: O risoto de lula, mais gostoso de todos, está sempre em falta.
Nota: 8,0, com destaque para o ambiente bucólico do entorno da Praça Afonso Pena.

Clichês de qualidade/ Chocolate - Kopenhagen

Não conheço chocolate mais gostoso do que o da Kopenhagen. Lindt, Milka, Toblerone, Garoto, Nestle e a fraude que é a Cacau show, nenhum deles, na minha humilde opinião, chega aos pés do chocolate delicioso que vem com nome dinamarquês.
É caro, não se pode negar, mas compensa. Os produtos são sempre frescos, bem embalados e gostosos. Eis minhas dicas:
1 - O carro-chefe da loja é a Nha Benta tradicional. Custa por volta de R$8,00 a unidade, ou R$21,00 a caixinha com três. Acho a individual mais gostosa.
2 - Capuccino - Foi a minha última descoberta na loja e a mais especial. No frio então, a tentação se torna ainda maior. O café da Kopenhagen é muito gostoso, quando misturado com as raspas de chocolate se torna irresistível. O melhor acompanhamento, pra mim, é o petit-waffer, que é uma delícia caríssima, uma caixa com 20 custa R$20,00, mas que com os cafés vem como cortesia. Eles oferecem ainda um copinho de água com gás. Gosto de tomar um pouquinho antes, porque dizem que abre as papilas gustativas e permite que se saboreie melhor o café, e um pouquinho depois, porque chocolate dá sede.
3 - Lajotinha - Foi o primeiro produto da loja que experimentei porque minha mãe costumava comprar, em nossos passeios pelo Norte Shoping, quando eu era criança. É um biscoito com gostinho de canela, envolto por chocolate. Delicia.
4 - Barra de chocolate ao leite ou Lingua de gato - É simples, não tem o que errar. Chocolate ao leite Kopenhagen em seu estado puro. Coisa linda.
5 - Cookies - São caríssimos, mas muito especiais. Os sabores são: Rum, nata e leite. Experimente um de cada no dia que receber seu salário.
6 - Kispy Kop - Custa R$10,00 o saquinho de flocos de arroz com cobertura de chocolate. Sai em conta e é uma delícia.
As imperfeições:
1 - O chocolate branco da Kopenhagen é, ou era, quando eu experimentei, mais doce do que eu gosto.
2 - O doce Cinelândia, apesar do nome, não me surpreende.
3 - O chantily que eles usam é da pior qualidade. Uma lástima.
No entanto, o atendimento é sempre de primeiríssima. Na lojas de rua, as senhorinhas vendedoras costumam ter quase 30 anos na empresa e sabem explicar tudo, mas nunca saem te mostrando os doces menos óbvios, você que tem que garimpar. No dia dos professores do ano passado, uma dessas senhorinhas, da Kopenhagen da Praça Sães Peña, onde eu sempre tomava um expresso depois de dar aula, me deu um bombom. Achei fofo.
Nota: Dez, com destaque para o mundo de possibilidades que é esse lugar.

segunda-feira, 11 de julho de 2011

Vegetariano/ Almoçar no Centro - Bardana

Na frente da Santa Casa, no primeiro andar de um edifício comercial do Centro do Rio, fica o melhor vegetariano que conheço: o Bardana. Era frequentadora assídua na época que trabalhava no Museu da Imagem e do Som e, em matéria de comida natural a quilo, garanto que esse é um dos campeões (Nunca fui ao Celeiro, que fica no Lebon, mas acho que esse cumpre o mesmo papel por um preço bem mais em conta.)
Lá, todos os dias tem arroz integral e muitas saladas, mas o cardápio muda. Dentre as melhores opções que já experimentei estão o empadão de palmito, o nhoque de abóbora com molho de gorgonzola, o croquete de vagem com queijo de cabra e o polpetone de carne de soja.
As sobremesas também são bem especiais: A torta de banana com chocolate é uma delícia, mas o que surpreende mesmo são os mousses de leite de soja com frutas, meu preferido é o de abacate.
Café e chazinho são cortesia na casa e lá eles vendem um pão integral bem gostoso. Vale muito a pena.
Nota: Dez, com destaque para a consciência tranquila de estar em paz com a natureza.

Bares da Lapa - Bar do Adão

Fui pela primeira vez ao Bar do Adão quando ainda só existia a filial do Grajaú, em 2006. De lá pra cá a franquia se expandiu e é só sucesso, mas o Bar do Adão ao qual eu chamo de meu é o da Lapa.
Localizado na esquina de Gomes Freire com Rua do Rezende, este é, há quase dois anos, o ponto de encontro da minha turma da faculdade. Tudo lá é bom, o atendimento (Ricardo e Martins são os garçons mais fofos), os pastéis, o caldinho de feijão, a caipirinha e o preço.
Cada pastel custa no máximo R$4,00 e para quem gosta, tem cerveja Heineken e chope Brahma. O carro chefe, de fato, são os pastéis. Meus preferidos são o de brie com damasco e o Burrito, que vem com feijão refrito dentro, delicia!
Das opções doces, escolho o pastel Charlote, de chocolate, nozes e damasco e o doce de leite com coco.
Não engordar nesse lugar é bem difícil, mas se faz com prazer.
Nota: Dez, com destaque para o banheiro sempre limpinho.

Contemporâneo/ Sorvete - Bazzar e Mil Frutas

Já fui algumas vezes ao Bazzar, restaurante sofisticadinho de Ipanema.
Lá tem o melhor couvert do mundo. São 4 tipos de pães: Foccacia de limão, torrada, foccacia de manjericão e brioche. O garçom serve o pão e tráz uma manteiga de fungui gostosinha. Mas o melhor são os azeites. Ele despeja num prato um azeite cor de abóbora e um amarelo e enquanto os dois se misturam é impossivel não olhar hipnotizado. Custa 12 reais essa delicia e a reposição é livre. Por mim, comia pão e azeite pra sempre ali.
Mas não é só isso, os pratos principais também são muito interessantes. Já comi duas saladas, a que leva nozes e azeite de maracujá, e a que leva castanha de cajú e queijo de cabra. Gostei mais da segunda.
O escondidinho de pato surpreende. É caro, só as saladas custam entre 20 e 25 reais. Os pratos não saem por menos de 30.Vale a pena para uma ocasião especial.
Nunca comi sobremesa lá porque ali pertinho tem a sorveteria Mil Frutas, que apesar de mercenária, é realmente diferenciada. A funcionária Maria te deixará experimentar todos os sabores: Bacuri, cajá, ovos moles, mangaba, nozes com quindim, toda a sorte de chocolates, entre outros. Uma bola custa OITO reais.
Meu preferido é o beijinho.
São lugares onde só se leva quem se gosta muito ou a quem queremos impressionar. Os resultados, certamente, serão positivos.
Nota: Dez, com destaque para o requinte.

Aconchego Carioca

Minha nova paixão é o Aconchego Carioca. Antes tarde do que mais tarde ainda.
Foi há uns 5 anos atrás que esse pequeno restaurante, situado no coração da Praça da Bandeira, pedaço esquecido entre a Tijuca e o Centro do Rio, ganhou o concurso Comida de Boteco, com o bolinho de feijoada, que depois disso, virou quitutemania pelos barzinhos da cidade.
Fui ao Aconchego pela primeira vez há duas semanas, numa sexta-feira a noite, com uma amiga. Esperamos cerca de uma hora para entrar. Valeu a pena cada minuto. Atendimento diferenciado e ambiente agradável, tudo lindo e simples. Os preços do cardápio são convidativos, nenhum prato (para duas pessoas, mas que dá pra 4) custa mais do que 60 reais.
Começamos pelo carro chefe da casa, o bolinho de feijoada. Delicioso. (Não foi o mais gostoso que já comi, o melhor bolinho de feijoada que já experimentei foi o do Barthodomeu, em Ipanema, a criatura as vezes supera o criador). Vem com gominhos de laranja e uma cachacinha. Caprichado!
Depois decidimos experimentar o jiló (sim!) do Claude (Troigross?), que vem com queijo de cabra. Que delicia! Eu gosto muito de jiló, quando era criança minha avó fazia frito pra mim, mas esse era feito com azeite, como se fosse uma berinjela caponata. Grande acerto.
Comemos, posteriormente, um purê de polenta com carne de carneiro e Doritos, que vem numa panelinha vermelha linda. Quentinho e com gosto de comida feita com amor. Um primor.
A sobremesa foi o pudim de tapioca com cachaça. Perfeito.
Gostei tanto que propus a dois casais de irmos almoçar lá no domingo passado. Reservamos uma mesa para cinco pessoas no jardim, que tem bromelhas e objetos antigos restaurados, uma fofura.
Nesse dia eu conheci o prato que há uma semana não me sai da cabeça: A pimenta recheada com queijo e carne seca. Nada é mais gostoso. Comemos também o bolinho de grão de bico com bacalhau, que estava ótimo. Como refeição optamos pelo baião de dois com carne de sol e pela costelinha flambada na goiabada com pastelzinho de angu com requeijão. Tudo veio no ponto, em porções fartas, com torresminhos crocantes e um molho de pimenta que só eles fazem. Pimenta, como se nota, é a especialidade da casa.
Tomamos café (que infelizmente não estava bom) e eu comi o sorvete de tapioca, que é industrializado. Minhas amigas comeram o crepe de goiabada com sorvete de queijo, estava ótimo.
Ponto fraco: Não tinha manteiga de garrafa.
Já o cardápio de cervejas é dos mais completos.
Nota: Dez, com destaque para a criatividade.

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